Missão Pozzoboniana mantém legado de João Luiz Pozzobon em comunidades do interior

Em momentos de muita oração e fé, missionários percorreram comunidades de Santa Maria e da Quarta Colônia, assim como o Venerável Diácono João Luiz Pozzobon fazia em vida, nos Dias de Adoração. O objetivo era levar a imagem peregrina da Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt em casas de famílias, muitas que recebiam o próprio diácono. Durante as visitas, os moradores eram convidados a rezar juntos, refletir, conversar e receber a bênção de sua casa. Além disso, o Santíssimo se mantinha exposto nas igrejas ao longo de todo dia para adoração, nas quais as famílias se revezavam em turnos para fazerem suas orações.

As missões começaram no final de semana de 16 a 18 de janeiro, em quatro dos seis locais nos quais João Pozzobon anualmente realizava a programação do Dia de Adoração: Vila Ceolin e Ribeirão, em São João do Polêsine, e São Rafael e Três Vendas, em Restinga Sêca. Os missionários foram enviados a partir do Santuário Tabor, de Santa Maria, e levaram duas imagens réplicas da Mãe Peregrina Original, recordando o que o Venerável fazia. Junto com ele, diversas vezes o diácono Ubaldo participava com a Peregrina Auxiliar. Cada dia de missão foi concluído com procissão e missa.

   

Segundo o Padre Vitor Hugo Possetti, vice-postulador da Causa de Beatificação João Luiz Pozzobon, a intenção foi reviver a experiência do diácono. “Foi uma experiência muito bonita, para a comunidade, para os moradores, muitos se recordavam com muita saudade e estavam com muita saudade”, afirma. Na época, João Pozzobon realizava este projeto em janeiro para que houvesse a benção das lavouras, com pedidos por chuva. O Padre reflete sobre a ocorrência de chuva nos dias de missão, que, além de beneficiar as plantações, pôde revitalizar espiritualmente a vida dos que puderam participar. 

Foram dias importantes para os envolvidos com a causa de João Pozzobon, pela oportunidade de viver momentos semelhantes aos que o diácono vivia, passando pelos mesmos locais e pernoitando nas mesmas casas. Para o missionário Joelson Mello, foi uma oportunidade de se impressionar ainda mais pela vida e obra do Venerável: “podemos, assim como ele, nos entendermos como simples instrumentos de Cristo e de sua Mãe, como burrinhos de Maria. Com isso, posso dizer que entendi a beleza e a grandiosidade da missão, e por ela quero, assim como ele, entregar-me totalmente”.

 

Nos dias 24 e 25 de janeiro, as ações ocorreram na comunidade da Capela Rosa, na Vila Floresta, construída por João Pozzobon em 1971 e revitalizada em 2025. Conhecida como “Capelinha do Amor”, foi uma das três pensadas pelo Venerável para não só facilitarem o acesso à religião, mas também servirem de escola e local de catequese em localidades mais pobres. Além das visitas às famílias, foram realizadas atividades com crianças e adultos, oração do Terço das Rosas e Santa Missa.

O atual responsável pela Capelinha, Elmir Luiz Cerezer, relata que os moradores da vila, incluindo crianças e enfermos, ficaram felizes por receberem na sua casa a imagem da Mãe Rainha. “A gente reconstruiu a capela e agora com esse trabalho de evangelização o povo começa a aparecer para rezarmos juntos. Nós do bairro nos sentimos muito felizes e orgulhosos pelo trabalho feito no final de semana”, afirma. Ele ainda reforça que na Capela Rosa ocorre oração do terço todo domingo às 10h30, e missa uma vez por mês.

Amanda Teixeira

Comunicação da Causa de Beatificação João Luiz Pozzobon

Ser Diácono no carisma do Venerável Diácono João Luiz Pozzobon

Dia 30 de dezembro recordamos o aniversário de Ordenação Diaconal do Venerável Diácono João Luiz Pozzobon

Meu nome é Flávio Antônio, sou diácono permanente e fui ordenado no dia 26 de abril de 2014, pela imposição das mãos de Dom Agenor Girard (em memória), e muitas vezes na minha caminhada diaconal me vem à pergunta: o que é ser Diácono Permanente e qual a missão a ser seguida?

Sempre que aparecem estas dúvidas de “como ser um diácono permanente” me vem o pensamento do Diácono João Luiz Pozzobon: “Minha ordenação foi como uma flor que se abriu e uma grande alegria que se estendeu a todos os amigos. Senti-me penetrado, totalmente, pelo espírito da Santa Igreja. Senti a união como um só coração. Foi um verdadeiro Cenáculo, junto com a Mãe e Rainha. A hora do Espírito Santo”.

Minha ordenação foi como uma flor que se abriu: Quando refleti estas palavras, compreendi que Deus vai nos lapidando no percurso de nossa caminhada, assim como fez com este grande homem. E João foi este grande exemplo desta caminhada, primeiro foi lhe moldando o seu caráter com muita humildade e simplicidade, ele tinha o carisma em servir a Deus nas suas tarefas comuns, vivendo a fé no trabalho e na família como caminho a santificação.

Tinha este propósito e a certeza que sua força vinha das ações nas visitas às famílias mais carentes, aos doentes e aos pobres, e o amor à mãe e rainha e de onde lhe vinha toda esta energia e compreensão.

– Foi um verdadeiro Cenáculo, junto com a Mãe e Rainha: Esta proximidade que ele tinha com a mãe e rainha e ela ia lhe orientando o caminho a ser seguido e lhe dando força para suportar todos os obstáculos a enfrentar. Como ele mesmo se definia “o burrinho da Mãe” carregando a imagem para que Maria realizasse a evangelização.

– Senti-me penetrado, totalmente, pelo espírito da Santa Igreja: com o passar do tempo ele se sentia mais próximo da dupla sacramentalidade, no cuidado da família e na obediência com a igreja. A família deve ser o primeiro campo de missão, o diácono deve ser um esposo e pai exemplar para que sua liderança na igreja seja autentica.

Tento seguir o exemplo e o carisma que o Diácono Pozzobon tinha pelo Movimento Apostólico de  Schoenstatt e o amor que ele teve pela Campanha da Mãe Peregrina, para poder também beber da mesma fonte espiritual do Diácono Pozzobon.

Como Embaixador da Causa do nosso Venerável Diácono, repasso a todos que para ser diácono permanente no carisma do Diácono Pozzobon devemos viver o ministério ordenado em profunda harmonia com a família e o ardor missionário, para podermos beber da fonte da “Santidade da Vida Diária”, santificando o trabalho e as tarefas comuns como caminho para Deus.

Esse carisma manifesta-se através de colocar-se como instrumento dócil nas mãos Deus e da Igreja, sem buscar honrarias, atuar como um missionário mariano, levando a presença de Maria e, por meio dela, de Jesus, às realidades aonde a igreja dificilmente chega.

Diácono Flávio Antônio
Presidente da Comissão Regional Sul 3 e Embaixador da Causa do Venerável Diácono João Luiz Pozzobon

Baixe o livro do Congresso Acadêmico sobre o Venerável Diácono João Pozzobon

Livro do Congresso “Nos Passos do Peregrino” sobre o Diácono João Luiz Pozzobon é disponibilizado gratuitamente em e-book

Está disponível gratuitamente, em formato digital, o livro Nos passos do Peregrino: Sobre a vida e a obra do Diácono João Luiz Pozzobon, que reúne os principais frutos do Congresso Acadêmico realizado em 2025, na Universidade Franciscana (UFN), em Santa Maria (RS).

A publicação apresenta as conferências, painéis e comunicações científicas que aprofundam a vida, a espiritualidade, a missão evangelizadora e o legado do Venerável Diácono João Luiz Pozzobon.

Entre os destaques da obra estão a Conferência Inaugural de Dom Leomar Antônio Brustolin, Arcebispo de Santa Maria, que abordou a atualidade eclesiológica da espiritualidade missionária de Pozzobon; os painéis históricos e pastorais com pesquisadoras da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e membros do Movimento Apostólico de Schoenstatt, entre eles o Pe. Alexandre Awi Melo, ex-secretário do Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida, no Vaticano; e a Conferência Final de Mons. Melchor Sánchez de Toca Alameda, do Dicastério para a Causa dos Santos, relator da Positio sobre as virtudes heroicas do Venerável Diácono.

O livro traz ainda testemunhos significativos, entre eles o relato de um dos filhos de João Luiz Pozzobon, de seu último pároco, além de outras memórias que ajudam a compreender seu legado e fama de santidade em várias partes do mundo.

A publicação também evidencia a riqueza interdisciplinar com as comunicações científicas e registra a dimensão espiritual e cultural do Congresso.

Ao disponibilizar esta obra de forma digital e gratuita, a Causa de Beatificação deseja incentivar a leitura, a pesquisa acadêmica e a difusão do testemunho de santidade do Venerável Diácono João Luiz Pozzobon, fortalecendo sua memória e sua missão evangelizadora na Igreja e no mundo.

Que esta publicação sirva como fonte de inspiração, estudo e evangelização, seguindo os passos do Venerável no caminho de santidade.

Acesso ao e-book:
🔗 https://www.ufn.edu.br/eventos/files/e-book/ebook-jlp-2025.pdf

O registro do e-book com DOI também está disponível em:
🔗 https://doi.org/10.48195/edufn-978-65-5852-466-3

Pe. Vitor Hugo Possetti
Vice-postulador da Causa de Beatificação de João Luiz Pozzobon
Coordenador do Congresso

Celebrar o Natal em comunidade, como o Diácono João Pozzobon fazia

O último fim de semana do Advento foi marcado por celebrações de Natal em duas comunidades de Santa Maria, a exemplo do que fazia o Diácono João Luiz Pozzobon em seu apostolado.

No sábado, dia 20 de dezembro, membros da Reitoria Nossa Senhora das Graças e do Movimento Apostólico de Schoenstatt levaram atividades recreativas, educativas e de espiritualidade para as crianças e famílias que vivem na Estação dos Ventos, uma comunidade pobre que está localizada próximo à casa onde viveu João Pozzobon com sua família em Santa Maria.

No local, não há capelas católicas, e os moradores se sentem distantes da Igreja. Por isso, há alguns meses a Pastoral João Pozzobon vem desenvolvendo atividades apostólicas ali. No dia 20 de dezembro, foi celebrada a Santa Missa ao ar livre, em um campo que costuma reunir a comunidade, seguida por atividades e brincadeiras para as crianças.

A ação aconteceu no contexto do aniversário da Capelinha Azul, lugar marcado pela vida e missão do Venerável Diácono João Luiz Pozzobon, que sempre uniu o cuidado material ao anúncio da fé, levando a Mãe de Deus ao povo e ajudando as famílias a viverem o Natal com seu verdadeiro sentido: o nascimento de Cristo Jesus.

Seguindo o exemplo de Pozzobon

Em um Advento da década de 1950, João Pozzobon visitou uma comunidade semelhante, cujos habitantes, além da pobreza material, careciam de acolhimento espiritual. Movido por compaixão, ele reuniu moradores e outros apoiadores e construiu a primeira de suas capelinhas, a Capela de Capim. Reformada anos mais tarde, tornou-se a Capela Azul, centro de catequese, escola e reunião comunitária da Vila Nobre da Caridade e sua vizinhança.

O aniversário da Capela Azul foi celebrado no domingo, 21, com a comunidade do bairro. A Santa Missa foi celebrada no pavilhão construído próximo à capela, devido ao tempo chuvoso.

Aniversário de 121 anos do Venerável João Luiz Pozzobon é celebrado em sua terra natal

No dia 14 de dezembro, domingo, ocorreu a celebração dos 121 anos do nascimento do Venerável Diácono João Luiz Pozzobon, em São João do Polêsine. Mais de 600 fiéis puderam comemorar a data especial nos locais em que o diácono viveu seus primeiros anos de vida e o início de sua vida religiosa.

A programação contou com a bênção da estátua em frente à Igreja Matriz do município, benção do mural da Escola Prof. Antônio Ceretta e também do painel e da estátua em homenagem ao diácono na Igreja São Pedro, em Ribeirão. A missa campal foi realizada na Casa Museu I, com momento de parabéns e bolo.

Leia mais: Como João Pozzobon celebrava seu aniversário?

Publicações sobre o tema:

Diário

G1

1ª Romaria Internacional do Terço dos Homens é realizada em Santa Maria/RS

Amanda Teixeira – Centenas de romeiros de diferentes países e estados do Brasil reúnem-se na terra do Diácono João Pozzobon, Santa Maria/RS, para momentos de oração e celebração, na 1ª Romaria Internacional do Terço dos Homens, nos dias 15 e 16 de novembro de 2025, com o tema “Nos Passos do Venerável João Luiz Pozzobon”.

Programação e caminhada

No primeiro dia, os peregrinos do Paraguai e dos estados de Ceará, Santa Catarina, São Paulo e Rio de Janeiro, além de várias cidades do Rio Grande do Sul, são acolhidos na Capela Nossa Senhora das Graças, onde está o túmulo de João Pozzobon, partilham seus testemunhos e celebram em um momento de cantos e orações.

Em seguida, o grupo realiza uma procissão pelo caminho que o diácono fazia todas as manhãs, de sua casa até o Santuário da Mãe e Rainha de Santa Maria. A caminhada conta com duas paradas: na primeira casa que João levou a imagem da Mãe Peregrina e no monumento em sua homenagem, no local onde sofreu o acidente que o levaria à morte. O quinto mistério do terço é rezado de joelhos em frente ao Santuário, assim como Pozzobon sempre fazia ao chegar no local. A Santa Missa, na capela Tabor, com momento de consagração e bênção dos terços, é presidida pelo Pe. Vitor Hugo Possetti, vice-postulador da causa de beatificação do Venerável João Luiz Pozzobon.

Reflexões e próximos passos

Segundo o Pe. Vitor, a romaria acontece em Santa Maria para aproximar os homens do terço da pessoa e da missão do Venerável João Pozzobon, pois o têm como inspiração para a caminhada de fé. “São dias muito especiais, onde os homens podem rezar juntos e ter momentos de formação e procissão, passando pelos mesmos caminhos de João, e renovando sua fé em Nossa Senhora e através dela, a fé em Cristo que nos salva”, reflete o padre. Claudio Lima, romeiro e compositor do hino da primeira romaria, afirma que: “é a primeira de muitas romarias que teremos, levando a Mãe Rainha e o Venerável João Luiz Pozzobon”.

Na manhã de domingo, mais de mil pessoas comparecem à missa celebrada no Santuário Basílica da Medianeira de Todas as Graças, Rainha do Povo Gaúcho. As tardes são reservadas para visitas a locais importantes na trajetória do diácono, como a Casa Museu de Santa Maria e a de São João do Polêsine, as Capelinhas Azul, Rosa e Branca e o Centro Mariano, onde está a Peregrina Original, que João carregava.

Entre os homens que participam da romaria, está um grupo de paraguaios, homens que vem de diferentes cidades do Paraguai. A iniciativa de um encontro com os brasileiros surge a partir de um retiro com o Pe. Vitor Possetti, segundo o coordenador nacional do Terço dos Homens no país, Hugo Paredes. Hugo afirma que a romaria é uma jornada onde compartilham espiritualidade e experiências, com um mesmo propósito. Para Humberto Pozzobon, filho do Venerável, o momento é de felicidade: “como filho, estou extremamente contente com todas essas homenagens que fazem para ele, que a gente não sabe como agradecer”, afirma.

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Publicações sobre o tema:

ACI Digital

Prefeitura de Santa Maria

Schoenstatt Brasil

Baixe o livro do Congresso Acadêmico sobre o Venerável Diác. João Pozzobon

Livro do Congresso “Nos Passos do Peregrino” sobre o Diácono João Luiz Pozzobon é disponibilizado gratuitamente em e-book

Está disponível gratuitamente, em formato digital, o livro Nos passos do Peregrino: Sobre a vida e a obra do Diácono João Luiz Pozzobon, que reúne os principais frutos do Congresso Acadêmico realizado em 2025, na Universidade Franciscana (UFN), em Santa Maria (RS).

A publicação apresenta as conferências, painéis e comunicações científicas que aprofundam a vida, a espiritualidade, a missão evangelizadora e o legado do Venerável Diácono João Luiz Pozzobon.

Entre os destaques da obra estão a Conferência Inaugural de Dom Leomar Antônio Brustolin, Arcebispo de Santa Maria, que abordou a atualidade eclesiológica da espiritualidade missionária de Pozzobon; os painéis históricos e pastorais com pesquisadoras da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e membros do Movimento Apostólico de Schoenstatt, entre eles o Pe. Alexandre Awi Melo, ex-secretário do Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida, no Vaticano; e a Conferência Final de Mons. Melchor Sánchez de Toca Alameda, do Dicastério para a Causa dos Santos, relator da Positio sobre as virtudes heroicas do Venerável Diácono.

O livro traz ainda testemunhos significativos, entre eles o relato de um dos filhos de João Luiz Pozzobon, de seu último pároco, além de outras memórias que ajudam a compreender seu legado e fama de santidade em várias partes do mundo.

A publicação também evidencia a riqueza interdisciplinar com as comunicações científicas e registra a dimensão espiritual e cultural do Congresso.

Ao disponibilizar esta obra de forma digital e gratuita, a Causa de Beatificação deseja incentivar a leitura, a pesquisa acadêmica e a difusão do testemunho de santidade do Venerável Diácono João Luiz Pozzobon, fortalecendo sua memória e sua missão evangelizadora na Igreja e no mundo.

Que esta publicação sirva como fonte de inspiração, estudo e evangelização, seguindo os passos do Venerável no caminho de santidade.

Acesso ao e-book:
🔗 https://www.ufn.edu.br/eventos/files/e-book/ebook-jlp-2025.pdf

O registro do e-book com DOI também está disponível em:
🔗 https://doi.org/10.48195/edufn-978-65-5852-466-3

Pe. Vitor Hugo Possetti
Vice-postulador da Causa de Beatificação de João Luiz Pozzobon
Coordenador do Congresso

Participe da 10ª Moto Romaria João Luiz Pozzobon, em 28 de setembro

No domingo, dia 28 de setembro, será realizada a 10ª Moto Romaria João Luiz Pozzobon, que espera reunir cerca de 500 motocicletas, totalizando cerca de 1 mil pessoas. Os motociclistas partirão de Santa Maria em direção ao local de nascimento do Venerável Diácono João Luiz Pozzobon, em Ribeirão, São João do Polêsine. No local, ocorrerá uma Missa Campal, com bênção aos motociclistas. Após, todos são esperados para um almoço por adesão. Confira a programação abaixo.

A participação no café da manhã, a partir das 7h, e na romaria são gratuitos e abertos ao público. O almoço tem o valor de R$ 50 com venda antecipada na loja Nicola Motos. O cardápio do almoço é risoto, galeto, churrasco, pães, cucas e saladas. O evento é organizado pela Associação João Luiz Pozzobon.

Programação:

A partir das 7h – Concentração dos motociclistas com café da manhã, na Nicola Motos (Av. N. Sr.ª das Dores, 100)

8h30min – Saída da Moto Romaria, em frente à Nicola Motos, em direção à Casa Museu João Luiz Pozzobon I, em Ribeirão (São João do Polêsine)

10h30min – Santa Missa campal, com bênção aos motociclistas

12h30min – Almoço italiano na comunidade de Ribeirão – com reserva antecipada.

Reserva de ingressos para o almoço: (55) 99112-5251 (Alberto) ou (55) 98131-5329 (Régis).

Milhares de pessoas se reúnem em Santa Maria para celebrar os 75 anos da Campanha da Mãe Peregrina

Devotos de 26 países participaram de eventos relacionados ao Jubileu da campanha iniciada pelo Venerável Diácono João Luiz Pozzobon

Juliana Lovato

Secretaria Pastoral da Causa de Beatificação do Diácono João Luiz Pozzobon

Com informações de www.schoenstatt.org.br

Nos últimos dias, Santa Maria foi o coração da hoje mundial Campanha da Mãe Peregrina. Coração que pulsou com fervor, unindo diferentes idiomas, culturas e bandeiras. Neste domingo, 14 de setembro, encerrou-se o Encontro Internacional do Jubileu da Campanha da Mãe Peregrina, celebrando os 75 anos do início deste movimento de oração e fé, iniciado na cidade pelo Venerável João Luiz Pozzobon.

O último encontro oficial dos devotos foi a Santa Missa da Romaria da Primavera, que tradicionalmente é realizada junto ao Santuário Tabor de Schoenstatt, mas que dessa vez, pelo grande público esperado, foi deslocada para o Altar Monumento da Basílica de Nossa Senhora Medianeira. Estima-se que mais de 5 mil pessoas participaram deste momento, incluindo os 700 participantes do Encontro Internacional. Ao grupo, que estava reunido desde quarta-feira, somaram-se mais de 15 ônibus vindos de cidades da região e os santa-marienses devotos da Mãe e Rainha e do Venerável Diácono Peregrino.

Congresso Acadêmico

A semana de eventos começou no dia 9, com o Congresso Acadêmico Internacional Nos Passos do Peregrino, sobre Vida e Obra do Diácono João Luiz Pozzobon, realizado na Universidade Franciscana pela instituição, em parceria com a Arquidiocese de Santa Maria e com a Secretaria Pastoral da Causa de Beatificação do Diácono João Luiz Pozzobon. Neste evento, que foi até o dia 10, participaram cerca de 200 pessoas, provenientes de 23 países.

O Congresso Acadêmico contou com palestrantes do Brasil, Espanha e Argentina, e as conferências foram traduzidas simultaneamente para o espanhol para os participantes da América Latina. Também houve exposição de trabalhos acadêmicos, por parte de estudantes universitários que desenvolveram pesquisas em temas relacionados ao Diácono João Pozzobon e sua história na cidade e na região.

Um dos palestrantes foi o Monsenhor Melchor Sánchez de Toca y Alameda, sacerdote espanhol que trabalha no Dicastério para a Causa dos Santos, no Vaticano, e foi o relator do processo de beatificação do Venerável Diácono João Luiz Pozzobon. Ele foi o responsável por analisar toda a documentação no início deste ano até a análise pelos consultores teólogos no dia 4 de março, o que permitiu que a causa avançasse até o decreto de Venerável, em junho.

– João Pozzobon foi meu primeiro amor, o primeiro processo que analisei desde que iniciei meu trabalho no Dicastério, e sua história é impressionante. Eu pude conhecê-lo em profundidade lendo todos os testemunhos a seu respeito, mas agora, poder visitar a casa onde morou, as ruas que percorreu, é realmente marcante – testemunha Mons. Melchor, com emoção.

Em sua palestra, o Arcebispo de Santa Maria, Dom Leomar Brustolin, trouxe à tona a fundamentação teológica e bíblica sobre a missão do Diácono Pozzobon, que encontrou sua vocação no diaconato permanente, resgatado pelo Concílio Vaticano II. Para Dom Leomar, Pozzobon viveu aquilo que Jesus contava nas suas parábolas:

– O fruto maduro da vida de João Pozzobon é um povo que se deixa visitar por Maria, e através dela, encontra Jesus Cristo.

O Congresso teve ainda palestras da Ir. Maria da Graça Sales Henriques, do Padre Antônio Bracht (Isch.), vice-postulador da Causa de Beatificação, do Padre Alexandre Awi Mello, Superior Geral dos Padres de Schoenstatt, da Sr.ª Ana Echevarría, uma das responsáveis pela internacionalização da Campanha da Mãe Peregrina, do Sr. Humberto Pozzobon, filho do Diácono, da Ir. M. Rosequiel Fávero, assessora da Campanha, e das historiadoras Prof.ª Dr.ª Maria Medianeira Padoin e Prof.ª Dr.ª Marta Rosa Borin, da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).

Encontro Jubilar

Na quarta-feira à noite, iniciou-se o Encontro Jubilar de 75 anos da Campanha da Mãe Peregrina, com a abertura no Ginásio do Clube Recreativo Dores e procissão até o Santuário de Schoenstatt. O encontro se seguiu pela quinta e sexta-feira, em Santa Maria, incluindo missas, palestras formativas, trabalhos em grupo, momentos culturais, visitas aos locais históricos do Diácono João Pozzobon, entre outros.

Os 700 participantes, vindos de 26 países, também puderam conhecer um pouco da culinária e da cultura gaúchas na sexta-feira à noite, no jantar no CTG Sentinela da Querência. Já o sábado foi o dia de visitar a Quarta Colônia, passando pelo local de nascimento do Venerável Diácono Pozzobon, igrejas e oratórios importantes em sua trajetória.

No domingo, o evento se encerrou com a Romaria da Primavera, tradição iniciada por Pozzobon e que anualmente leva centenas de pessoas ao Santuário Tabor, para coroar as imagens de Nossa Senhora e abençoar as sementes para a nova safra. Dessa vez, a romaria partiu do Santuário Tabor e de outros pontos da cidade em direção ao Altar Monumento da Basílica de Nossa Senhora Medianeira. O celebrante foi dom Leomar, com a assistência de sacerdotes de diversas nacionalidades, incluindo indiana, polonesa, argentina e mexicana. Confira alguns depoimentos dos participantes do Encontro Jubilar:

Pe. Alexandre Awi Mello: “Sou brasileiro, e saber que um gaúcho conquistou o mundo com sua simplicidade, com um trabalho sério, profundo, apaixonado e entusiasmado é motivo de orgulho. Talvez muitos aqui, em Santa Maria, não reconheçam a grandiosidade de sua presença, mas este evento mostra que as fronteiras da cidade se abriram para o mundo por meio da Campanha da Mãe Peregrina e de João Pozzobon, hoje venerável. Ele caminhava por estradas da Quarta Colônia, dormia no caminho para levar a Mãe às famílias. A entrega radical de João a Jesus, pelas mãos de Maria, e seu serviço aos mais pobres continuam contagiando o mundo. Esse exemplo é um sinal de esperança que hoje se reafirma neste encontro internacional”.

Claudia Altagracia Magallanes Figueroa (República Dominicana): “A história de João Pozzobon chegou até nós na comunidade de Santo Domingo, na República Dominicana, onde temos um santuário fundado em 1973. Lá recebemos formação e conhecemos sua missão. O que mais me inspira é que ele levou a Mãe Peregrina a todos os países, para que todos conhecessem a Mãe e Rainha, Três Vezes Admirável, Vencedora de Deus.”

Pe. Johnson Panthappillil John (Índia): “Conheci a história de João Pozzobon quando estudava com os padres em Schoenstatt, na Alemanha. Depois, voltei ao meu país e comecei a trabalhar com o Movimento. Mais tarde, na América Latina, especialmente no Paraguai, conheci ainda mais sobre o diácono João Pozzobon. Para mim, ele é uma grande inspiração: um homem humilde, um pai de família, alguém comum que fez coisas simples e, com isso, alcançou a santidade. Essa simplicidade é também um chamado para nós: viver como ele, na família, como diácono, como cristãos no mundo todo. Eu venho da Índia, de muito longe. Trabalho lá com a Campanha do Rosário, que está crescendo e chegando a muitos lugares. Vim conhecer mais, visitar os espaços ligados a ele, rezar pela minha pátria e levar essa missão ao meu país. Sinto-me muito abençoado por estar aqui, nesta terra tão querida de João Pozzobon.”

Pe. Ntiranyibagira Longin (Burundi): “Sou padre de Schoenstatt, diretor do Santuário de Monte Sião Gikungu, em Bujumbura. O Movimento em meu país começou forte em 1962 e a Campanha da Mãe Peregrina chegou em 1974. Desde então, faz parte da nossa pastoral, com os Padres e as Irmãs de Maria. O que mais me inspira em João Pozzobon são as atividades pastorais que incluem a missão mariana: levar a imagem de Maria às famílias e pequenas comunidades, reunir as pessoas para rezar e fortalecer a vida cristã por meio da Campanha do Rosário. Foram mais de 20 horas de viagem até Santa Maria. Viemos nove pessoas: um padre, duas irmãs de Maria e seis leigos. Desde que chegamos, temos aprendido muito e vivido experiências que vão nos ajudar no trabalho pastoral em Burundi e também na região: Congo, Tanzânia, Uganda e, agora, também no Quênia.”

Maria Eliane Nascimento Cesário (Caruaru/PE): “Conheci o Movimento há muito tempo e me emocionei com a história de João Pozzobon. Ele foi casado, ficou viúvo, precisou trabalhar e criar os filhos, mas nunca usou isso como desculpa para não servir à Mãe. Abraçou o chamado e, por causa dele, hoje as capelinhas estão em todas as casas, e não apenas nas igrejas. É a minha primeira vez em Santa Maria e considero um milagre estar aqui. Sempre tive vontade de vir. Quando cheguei ao Santuário, me senti realizada, como se fosse realmente um chamado da Mãe. Este presente dos 75 anos quem ganhou fui eu. A viagem foi longa: saímos de Caruaru às 22h, passamos pelo Recife, depois Porto Alegre e chegamos a Santa Maria quase 26 horas depois. Ainda não tínhamos nem tomado banho, mas valeu a pena. A história de João, contada em forma de teatro, me tocou muito. É diferente de ler em um livro. Sou promotora vocacional, represento-o e trouxe a capelinha comigo.”

10/09/1950, Um dia para nunca ser esquecido…

Ir. M. Nilza Silva.

Um pobre homem, em 10 de setembro de 1950, vai ao Santuário, em Santa Maria/RS, pedir a bênção e a ajuda de Nossa Senhora, para viver bem o seu batismo, como esposo, pai e comerciante. Vem, então o convite de uma Irmã, para que fosse rezar o terço com ela, em uma família. No final, ele fica com a imagem, com qual fora rezado o terço.

Bispos, quase 20 sacerdotes, pesquisadores acadêmicos e representantes de 25 nações, nas quais milhões de pessoas seguem o exemplo desse pobre homem, declarado digno de ser venerado, pelo Vaticano. 10 de setembro de 2025, sua pequena e frágil imagem se multiplicou em mais de 200 mil… no lugar de uma só família, são multidões de pessoas que dão continuidade à reza do terço… e um Congresso Acadêmico reúne pesquisadores para apresentar: qual é o mistério de João Luiz Pozzobon?

“É Deus quem faz,” diz o arcebispo Dom Leomar Brustolin, e de fato, não há outra explicação para “o milagre” do crescimento e da fecundidade, nesses 75 anos da Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt, iniciada por João Luiz Pozzobon.

A santidade de Pozzobon, descrita pelos que o conheceram

Este segundo dia do Congresso Acadêmico Internacional, “Nos passos do Peregrino, realizado na Faculdade Franciscana (UFN), em parceria com a Campanha da Mãe Peregrina de Schoenstatt, em Santa Maria/RS, continua a desvendar a grandeza e profundidade da vida de nosso “burrinho de Maria”, João Luiz Pozzobon.

O painel “Fama de Santidade e Legado do Diácono João Luiz Pozzobon” abre um leque do resultado de sua colaboração com a ação da graça, na Aliança de Amor.. Pe Francisco Bianchin, SAC, último pároco e confessor de João Pozzobon, diz que está seguro de sua santidade. Emocionado, o padre narra muitas de suas experiências nos encontros pessoais com João Luiz Pozzobon. “Ele antecipou o Concilio Vaticano II, tinha plena consciência de ser um missionário leigo.

Ana Echevarría, da Argentina, partilha sobre os encontros de Pozzobon com o Pe. Esteban Uriburu e o início da internacionalidade da Campanha da Mãe Peregrina, primeiro pela Argentina e depois a África e outros países. Humberto Pozzobon, filho do Venerável, deixa-nos conhecer alguns aspectos da vida de seu pai, seu amor filial a Maria, representada na Imagem da Mãe e Rainha de Schoenstatt, a que chamamos de Peregrina Original. Para ele, não se tratava de um quadro, mas, de uma pessoa a quem ele dedicava todo respeito e amor pessoal, dando a ela o mesmo tratamento que dava para uma pessoa.

Ele não se resume em sua atuação com a Mãe Peregrina

O Vice-postulador e Diretor Nacional do Movimento de Schoenstatt, no Brasil, Pe. Antônio Bracht apresenta como a santidade de Pozzobon se irradia, inspirando várias iniciativas como nomes de locais e publicações midiáticas que destacam a veneração a ele, estátuas, monumentos etc. É uma pessoa que inspira outros e a veneração a ele se expressa das mais variadas formas, sem nosso controle.

As apresentações do painel são completadas pelas partilhas de Ir. M. Rosequiel Fávero, coordenadora das celebrações do Jubileu 75 anos da Campanha da Mãe Peregrina. “João Luiz Pozzobon não se resume a Mãe Peregrina”, afirma ela e partilha suas vivências de infância, quando sua família o acolhia e o venerava como santo. A seguir, apresenta alguns aspectos da sua vida, dados da Campanha da Mãe Peregrina, presente em quase todas as mais de 300 dioceses no Brasil, um pouco da vida que borbulha nela e como está organizada.

Pozzobon em uma frase

O painel se conclui com a resposta de cada conferencistas sobre o que mais admira no venerável Pozzobon. Pe. Francisco: “Sua simplicidade e fidelidade persistente.” Pe. Bracht, “O Místico nas estradas.” Humberto Pozzobon: “A coragem de vencer e nunca desanimar”, Ana: “O amor à Mãe, sua relação com a Mãe Peregrina e seu amor ao terço e a eucaristia” e Ir. M. Rosequiel: “Criatividade apostólica”.

No intervalo fica claro que os idiomas são diferentes e as culturas diversas, mas, todos tem suas vidas tocadas pela grandeza desse “pequeno aluninho do Pe. Kentenich”, o tão grande e venerável João Luiz Pozzobon. As pessoas se agrupam em conversas sobre ele e a admiração por ele que só aumenta com cada faceta de sua vida que vai se revelando em cada apresentação.

Do Dicastério, a admiração e o impulso para o futuro

Após um breve Momento Cultural da comunidade italiana, com seus cantos e trajes típicos, vem o fecho de ouro com a conferência “Santidade, Causa de Beatificação e a originalidade do Diácono João Luiz Pozzobon”, proferida pelo Monsenhor Melchor José Sanchez, Relator no processo de beatificação de Pozzobon, no Dicastério para Causa dos Santos, que deixou a todos encantados com seu conhecimento de detalhes da vida de Pozzobon e sua imensa admiração por ele. Chama a atenção dos presentes que a palavra herói não define toda a grandeza de Pozzobon, “Apesar do heroísmo de sua vida cristã, ele não é apenas um herói, mas, ele se assemelha ao Salvador e se torna um instrumento de salvação para muitos, é um ícone, uma transparência do amor de Deus para muitas pessoas… ele se deixou transformar em outro Cristo, por meio de sua Mãe, a Mãe de Jesus, nossa Mãe e Rainha.”

Qual é a peculiaridade desse “santo”?

Monsenhor diz ainda que todos os santos pertencem à Igreja, mas, muitos tem uma santidade peculiar, que lhes são incorporados ao nome. Exemplo, Santa Monica, mãe de Santo Agostinho, e pergunta: “Qual será a peculiaridade do Venerável Pozzobon? Será o que está escrito na capa do documento de seu processo de beatificação: João Luiz Pozzobon, esposo, pai de família e diácono”. A seguir, ele discorre longamente sobre sua admiração pelo exemplo do venerável como esposo e pai. Finaliza, com a conclusão que Pozzobon é exemplo de diácono permanente, mas, um diácono que nunca abandonou sua família, por causa de sua missão. Ele viveu a consagração a Maria na mais alta profundidade e destacou-se também pelo amor a eucaristia.

“Com sua canonização, Pozzobon é expropriado (da Obra de Schoenstatt) e passa a ser de utilidade pública da Igreja Universal”, conclui Mons. Melchor e explica que é preciso aceitar isso, porque um santo extrapola todos os limites e passa a pertencer ao mundo, pelo seu exemplo de vida que cativa a todos e enriquece toda a Igreja.

Os participantes tem a vez…

Ana Lía Quijano Morenés, da Espanha, partilha: “Este Congresso é uma confirmação de que faço parte de um projeto de apostolado com a Mãe Peregrina, me dá muita alegría e confiança para seguir na missão. Ninguém me obriga a ser missionária e muitos, na Espanha, não me entendem, mas, isso nunca me impediu de continuar. A força me vem da Aliança de Amor. A Mãe tem me dirigido meus pasos, por exemplo (me fazendo) estar aquí neste Congresso no Brasil.”

Para o Diácono Flávio Antônio, Presidente da Comissão Regional dos Diáconos Sul 3, o Congresso “Foi uma experiência de vivência, de muita humildade. Ver e presenciar os depoimentos, o legado da vida simples e do amor de Pozzobon pela Mãe Peregrina nos deixa, como ele mesmo falava ‘que sentia uma lacuna no coração’. Neste congresso, nós estamos nos abastecendo com o seu conhecimento, e percebemos a Mãe Peregrina massageando os nossos corações, nos preparando para a missão Diaconal.”

No encerramento, Pe. Alexandre Awi agradece a cada um da Equipe que organizou o evento, ao Pe. Vitor Hugo Posseti, como expoente das várias equipes, ao arcebispo Dom Leomar  Brustolin, que institui a reitoria Pozzobon e a todo trabalho em conjunto, na causa do Venerável Pozzobon. O Arcebispo também agradece a todos que se empenharam pela realização e aos que estão presentes.

 

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